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quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Desenvolvimento de curso com foco no aluno

Rita de Cassia Sicolin
Coordenação de Ambiente Virtual - Uniararas

            Hoje se fala muito em uma educação focada no aluno, seja em cursos presenciais ou à distância, principalmente quando se observa o crescimento na oferta de cursos, e aqui, olhando um pouco mais para o ensino superior.

            É comum observarmos que as propagandas de algumas instituições que oferecem cursos EAD destacam que os programas são focados nas necessidades do aluno. Mas essas necessidades não são as que realmente deveriam ser o foco do planejamento de um curso/disciplina. E considero este um dos grandes desafios para as instituições de Ensino Superior, principalmente do ensino privado, - conseguir atender as necessidades específicas de cada aluno e das instituições.

             “Quando o foco é o aluno, a primeira coisa a ser reconhecida é que qualquer turma de alunos é constituída por indivíduos com diferentes estilos de aprendizagem” (FELDER,BRENT apud WOLYNEC, 2008, p. 1). Mas como conseguir atender as necessidades de crescimento e desenvolvimento do conhecimento quando não se conhece o futuro aluno (reflexão enquanto gestor e não professor)?

            A disponibilidade de informações e o uso de tecnologia pelo professor, torna o planejamento de uma disciplina um grande desafio, pois “encontrar, filtrar e organizar a informação tem prioridade em relação a criar a própria informação”(REBELO, p. 20). E considero esse um grande desafio.

Referências
REBELO, Mauro. O professor em um mundo saturado de informação.

WOLNEC, Elisa. Ensino centrado no aluno.  Disponível em < http://www.techne.com.br/artigos/Ensino%20centrado%20no%20aluno.pdf> Acesso em: 02 março 10.

           

Fundamentos do Ensino á Distância

Rita de Cassia Sicolin
Coordenação de Aprendizagem Virtual - Uniararas

Em um curso na modalidade EAD, a concepção de educação interfere diretamente na formatação do currículo e principalmente, nos mecanismos de avaliação. Cada concepção, empirista, racionalista e interacionista norteiam de forma diferente o processo de ensino-aprendizagem, a relação professor-aluno, as formas de mediação e a estrutura curricular.

A empirista tem como premissa que o aluno não tem nenhum conhecimento prévio e é considerado uma tábula rasa. Já a concepção racionalista, considera que o processo de ensino-aprendizagem depende do processo de maturação do aluno. Na concepção interacionista, considera que a aprendizagem é conseqüência das interações do homem com o meio (OLIVEIRA apud MACEDO et al, 2007).

            Ao construir um projeto pedagógico e a forma que se dará a aprendizagem, deve-se definir qual a concepção que norteará o processo de ensino-aprendizagem e isso norteará a interação professor-aluno e as formas de avaliação.

            Quando falamos de EAD, pensar em qual concepção será adota é fundamental, pois o processo de construção do conhecimento não se dá de forma tradicional e nem tão pouco desconsiderar o conhecimento prévio do aluno. E esses fatores devem ser considerados na construção de um projeto pedagógico.

Fonte: MACÊDO, Laécio Nobre de. MACÊDO, Ana Angélica Mathias. CASTRO FILHO, José Aires de Castro. Avaliação de um Objeto de Aprendizagem com Base nas Teorias Cognitivas. Anais do XXVII Congresso de SBC, Rio de Janeiro, 2007.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Plágio: O que fazer?

Ms. Bianca R G Polins
Uniararas
Acho interessante aqui nesse blog, falar um pouco do plágio. Nós professores, não só do ensino EaD,  mas tb no universitário, ensino fundamental e médio, observamos uma crescente mudança de comportamento dos estudantes de um tempo para cá, na escrita e na consequente redação de um texto, ou simplesmente uma pequena resposta a uma questão dissertativa.
Sabemos que a prática do plágio cresceu muito com a chegada da tecnologia, sabemos também que o maior prejudicado é o aluno, pois isso lhe relega ao mundo dos "copiadores sem criatividade" e que no futuro, principalmente em sua carreira profissional, onde talvez seja necessário sua redação, o indivíduo estará fadado ao desprezo, pois não saberá escrever uma única linha. mas como resolver esse problema?
Penso e me pergunto: como estão as redações nos vestibulares? Será que teremos como alterar essa realidade? Será que teremos como "acordar" nossos alunos para escreverem o que pensam? E nós professores, como saber e captar o plágio, pois as vezes percebemos que não foi o aluno que escreveu mas não conseguimos identificar de onde ele tirou aquela fadada cópia! Como serão os escritores do futuro? Teremos livros, artigos, reportagens copiadas umas das outras sem o menor pudor ou escrúpulo?
Aproveito para fazer um alerta: - Professores ensinem seus alunos a pensar, a escrever e não a copiar, isso deve começar cedo ou estaremos perdendo os futuros escritores brasileiros.

Industria de trabalhos escolares prontos fatura alto com Plágio